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59 – Citas y reproducciones de textos sobre arquitectura y urbanismo.

Este texto es una traducción del texto publicado en portugués brasileño el 04 de agosto de 2024. (Ver 02 – Citações e reproduções de textos sobre a arquitetura e o urbanismo : https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/08/citacoes-e-reproducoes-de-textos-sobre.html).   De conformidad con las disposiciones de la Ley Federal 9610/1998, relativa a los derechos de autor, se señala que “los textos de obras literarias, artísticas o científicas” (véase el inciso I del artículo 7) y “los proyectos, bocetos y obras plásticas relativos a la geografía, la ingeniería, la topografía, la arquitectura, el paisajismo, la escenografía y la ciência” (véase el inciso X del artículo 7) son «obras intelectuales protegidas», que ejemplifican “creaciones del espíritu, expresadas por cualquier medio o fijadas en cualquier soporte tangible o intangible, conocido o por inventarse en el futuro” (véase el encabezamiento del artículo 7). Si bien no se abordan expresamente los proyectos de...

58 – Citations et reproductions de textes sur l'architecture et l'urbanisme.

Ce texte est une traduction du texte publié en portugais brésilien le 4 août 2024 (Voir 02 – Citações e reproduções de textos sobre a arquitetura e o urbanismo : https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/08/citacoes-e-reproducoes-de-textos-sobre.html).   Em attention aux dispositions de la loi fédérale 9610/1998 relative aux droites d'auteur, je constate que les “textes d'œuvres littéraires, artistiques ou scientifiques” (voir point I de l'article 7) ainsi que les projets, esquisses et œuvres d'art concernant la géographie, l'ingénierie, la topographie, l'architecture, l'aménagement paysager, la scénographie et les sciences (voir point X de l'article 7) sont des “œuvres intellectuelles protégées” et illustrent les “créations de l'esprit, exprimées par tout moyen ou fixées sur tout support matériel ou immatériel, connues ou à inventer” (voir l'intitulé de l'article 7). Bien que les projets d'urbanisme, de lotissement...

57 – Citations and reproductions of texts on architecture and urban planning.

This text is a translation of the text published in Brazilian Portuguese on August 04, 2024 (See 02 – Citações e reproduções de textos sobre a arquitetura e o urbanismo: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/08/citacoes-e-reproducoes-de-textos-sobre.html).   In accordance with the provisions of Federal Law 9610/1998, which deals with copyright, I note that "the texts of literary, artistic or scientific works" (see item I of article 7) and projects, sketches and works of art concerning geography, engineering, topography, architecture, landscaping, scenography and science (see item X of article 7) are "protected intellectual works," exemplifying "creations of the mind, expressed by any means or fixed in any tangible or intangible medium, known or to be invented in the future" (see the heading of article 7). Although urban planning projects, subdivision projects and other land parceling projects are not expressly mentioned, I unders...

56 – Arq.U.I: Arquitectura y Urbanismo Independiente.

Este texto es una traducción del texto publicado en portugués brasileño el 28 de julio de 2024. (Ver 01 – Arquitectura y Urbanismo Independiente: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/07/arqui-arquitetura-e-urbanismo_28.html).   Los términos "música independiente" y "producción musical independiente" son aplicables a diversos segmentos musicales. Las producciones musicales independientes pueden presentar un sesgo autoral significativo, lo que las distingue de las producciones idealizadas debido a su impacto cuantitativo significativo. Aun así, los artistas independientes, para "ganarse la vida de forma independiente", buscan "formas de emprender y vivir del arte" (ARAÚJO y BENATI, 2018, p. 01). Específicamente, Araújo y Benati (2018, p. 02) definen al "artista independiente como un músico que busca mantenerse en la escena musical mediante su propio esfuerzo, sin estar atado a instituciones ni a otros profesionales...

55 – Arq.U.I: Architecture et Urbanisme Indépendants.

Ce texte est une traduction du texte publié en portugais brésilien le 28 juillet 2024. (Voir 01 – Arq.U.I: Arquitetura e Urbanismo Independentes: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/07/arqui-arquitetura-e-urbanismo_28.html).   Les termes “musique indépendante” et “production musicale indépendante” peuvent s'appliquer à divers segments musicaux. La musique indépendante se distingue de la musique commerciale du grand public, qui vise des retombées quantitatives. Pour subvenir à leurs besoins autonomement, les artistes indépendants cherchent des moyens de vivre de leur art (ARAÚJO et BENATI, 2018, p. 01). Un artiste indépendant peut être défini comme « un musicien qui cherche à se maintenir sur la scène musicale par ses propres efforts, sans être lié à des institutions ou à d'autres professionnels » (ARAÚJO et BENATI, 2018, p. 02). Le terme “journalisme indépendant” désigne des pratiques journalistiques indépendantes qui ne sont pas subord...

54 – Arq.U.I: Arquitetura e Urbanismo Independentes – Independent Architecture and Urbanism.

This text is a translation of the text originally published in Brazilian Portuguese on July 28, 2024 (See 01 – Arq.U.I: Arquitetura e Urbanismo Independentes: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/07/arqui-arquitetura-e-urbanismo_28.html).   The terms “independent music” and “independent music production” may be applied to several musical segments. Independent music can be distinguished from mainstream comercial music, which aims quantitative repercussions. In order to "provide for their livelihood independently”, independent artists seek “ways to undertake and make a living from art” (ARAÚJO and BENATI, 2018, p. 01). Independent artist can be defined as “a musician who seeks to maintain himself/herself in music scene through his/her own efforts, without being tied to institutions or other professionals” (ARAÚJO and BENATI, 2018, p. 02). The term "independent journalism" refers to journalistic practices that are not tied to "large groups...

53 - Em 01 ano, 52 textos sobre arquiteturas e urbanismos.

Entre julho/2024 e julho/2025, 52 textos foram apresentados. Em média aritmética simples, houve 01 texto por semana. Demais textos serão oportunamente apresentados. A seguir, a listagem desses 52 textos: 01 – Arq.U.I: Arquitetura e Urbanismo Independentes: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/07/arqui-arquitetura-e-urbanismo_28.html 02 – Citações e reproduções de textos sobre a arquitetura e o urbanismo: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/08/citacoes-e-reproducoes-de-textos-sobre.html 03 – Percepções iniciais sobre a arquitetura: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/08/percepcoes-iniciais-sobre-arquitetura.html 04 – Percepções iniciais sobre o urbanismo: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/08/percepcoes-iniciais-sobre-o-urbanismo.html 05 – Arquitetura e urbanismo: práticas multidisciplinares: https://arquiteturaeurbanismoindependentes.blogspot.com/2024/08/arquitetura-e-urbanismo...

52 – Para perceber o patrimônio cultural edificado.

A expressão “patrimônio cultural” é referente a objetos materiais e imateriais. Receitas culinárias e modos de fazer exemplificam objetos imateriais. Pinturas, esculturas, arquiteturas e tecidos urbanos exemplificam objetos materiais. Há demais exemplos, sejam materiais ou imateriais. Todos, notadamente, possuem algum valor e/ou relevância cultural. Interpretações e compreensões relativas ao patrimônio cultural são passíveis de estudos, revisões, aprimoramentos, refinamentos, enriquecimentos. Objetos arquitetônicos e espaços urbanos são passíveis de interpretações diferentes ao longo dos tempos. Podem ser, ao mesmo tempo, alvo de interpretações individuais distintas. Leite (1992, p. 01) pontua que “uma paisagem modificada pelo homem não é, (...), uma paisagem antinatural, mas uma paisagem cultural que deve atender tanto a critérios funcionais quanto estéticos ”. Ao estudar textos que abrangem descrições e relatos sobre cidades da Antiguidade, Choay (1980, p. 59) observa que “a leit...

51 – Sobre malhas urbanas quadriculadas.

A organização dos assentamentos humanos apresenta diferenciações conforme, ao menos, contextos geográficos e históricos. A conformação de espaços coletivos, públicos, também decorre de diferenciações. Vielas em cidades medievais, vielas em favelas brasileiras durante o século XX e ruas em cidades estadunidenses durante o século XX exemplificam espaços decorrentes de diferenciações. A racionalidade subjacente à conformação desses espaços considera esses contextos geográficos e históricos. Circunstâncias bélicas presentes durante a Idade Média são distintas das circunstâncias logísticas vivenciadas durante o século XX, as quais abrangiam práticas cotidianas de trabalho distantes das residências. Ainda que o termo “urbanismo” tenha sido cunhado durante o século XIX (CHOAY, 1980, p.3; LIMA, 2002; DEBRASSI, 2006, p. 14), a ocorrência de práticas de organização do meio urbano é perceptível desde ocasiões anteriores e em contextos geográficos diversificados. Ching e Eckler (2014, p. 38), ao...

50 – Sobre Tratados de Arquitetura e Urbanismo.

Obras literárias cujos títulos abrangem os termos “tratado”, “’tratados” e afins podem não exemplificar rigorosamente textos, escritos, manuscritos etc. cujo teor abarca suficiente e conclusivamente os domínios de conhecimento aos quais são dedicados esses textos, escritos, manuscritos etc .. Além desses termos “tratado”, “tratados” e afins, há manuais práticos, códigos, guias de manuseio etc .. Choay (1980) discorre de maneira sistemática e pormenorizada sobre textos, escritos, manuscritos etc. dedicados ao espaço construído e ao espaço a ser construído. Em face da quantidade vultosa e da diversidade de escritos sobre o espaço construído e a cidade, Choay (1980, p. 15) opta por delinear duas categorias textuais: os escritos “que veem no estabelecimento humano um projeto a realizar”, contribuindo para a produção do espaço construído e sendo denomináveis “textos realizadores”; e os escritos “que se contentam em transformá-lo (o estabelecimento humano, a saber) em tema de especulação”...

49 – Percepções arquitetônicas: forma e função.

O pensamento modernista, no âmbito da arquitetura e do urbanismo, não fica suficientemente representado pela consideração individualizada de frases e expressões sintéticas como “A forma segue a função”, “Menos é mais”, “Deus está nos detalhes”, “máquina de morar” ou outras que venham a ser explicitadas em obras literárias. Através da historiografia, é possível discernir, no que tange a esse pensamento modernista, tanto escolas diversas relativamente ao pensar e ao fazer arquitetônico quanto escolas diversas relativamente ao pensar e ao fazer pertinentes à organização das cidades. Entendo que o organicismo detectado no acervo profissional de Frank Lloyd Wright e o funcionalismo detectado no acerco profissional de Le Corbusier apresentam elementos convergentes, como a ausência de ornamentos distintos da essencialidade estrutural, e elementos divergentes, ainda que não antagônicos, como a inserção arquitetônica perante o meio urbano. Em vista das funções urbanas elementares discriminada...

48 – Entre a esfera pública e a esfera privada: alguma função social nas ruas.

Enquanto espaços públicos, ruas não se prestam unicamente à utilidade viária, ou seja, aos deslocamentos de pedestres e veículos. As ruas podem comportar formas incontroversas de mercado, se equiparando a praças e sendo “ruas de barracas”, “ruas de feiras”. Hertzberger (1991, p. 14) identifica a ocorrência de demarcações territoriais através de sequências de gradações distintas de acessos a espaços arquitetônicos. Ressaltando que são inadequados os termos “público” e “privado”, visto que há zonas intermediárias em que há “áreas chamadas semiprivadas ou semipúblicas”, esse autor observa em cidades do sul da Europa a aceitação coletiva de apropriações privadas específicas de partes das ruas (HERTZBERGER, 1991, p.16). Notadamente, esse autor se refere a essa aceitação como “uma expressão coletiva de simpatia” ( ibidem ). Em relação às interações entre o planejamento arquitetônico e o espaço público, Hertzberger (1991, p. 17) observa que a presença recorrente de pessoas em espaços públ...

47 – Fachada Ativa: a cidade em favor dos pedestres.

As setorizações funcionais decorrentes do pensamento urbanístico moderno são passíveis de debates, pois não asseguram universalizadamente aos cidadãos acessibilidades aos serviços públicos, aos serviços privados, aos bens públicos de uso comum e às demais feições do que compõe o que é denominado “cidade”. Essas acessibilidades se distinguem da acessibilidade universal incontroversamente necessária e importante à promoção da dignidade dos cidadãos. Essas acessibilidades surgem quando há algum entrelaçamento de usos simultaneamente a transportes públicos eficientes. Ainda que serviços privados sejam baseados por exclusividades recorrentemente promovidas dentre dinâmicas econômicas capitalistas e sejam direcionados a segmentos da população, os prestadores desses serviços e os demais colaboradores direta ou indiretamente relacionados à prestação desses serviços precisam acessar, alcançar, tanger as localidades em que esses serviços privados são prestados. Dentre as setorizações funcionai...